segunda-feira, 10 de março de 2008

Mathilda, a boneca (Indisponivel)


Não sei se era a minha avó que contava, ou a minha cabeça que imaginava…tudo o que me lembro e que nasci numa couve. Quando não se tem pai, nem mãe pode-se nascer de couves, de laranjeiras, de tulipas ou glicínias…Não sei porque terei nascido de uma couve, talvez pelas borboletas brancas e pretas que cirandavam em seu redor ou pelas roliças lagartinhas verdes que se contorciam e retorciam nas suas folhas carnudas e clorofilinas, talvez pela terra cor de chocolate que se estendia aos seus pés ou pelas gotas de água que se descansavam nos rebordos das folhas até ganharem coragem para saltar. Não sei porque foi, mas nasci de uma couve e o meu nome é Mathilda.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Plim, plam, plum... cá estou eu outra vez. Desculpem a ausencia prolongada, juro que não foi desejada, mas trabalho num plim, mestrado num plam e aulas de código num plum...não deixaram espaço para um plim, plam, plum neste mundo encantado. Muito em breve trarei novidades, porque apesar da ausência de bits de informação, a minha cabecinha não tem parada com ideias a fervilhar...umas já nasceram no mundo concreto e não tarda nada darão o primeiro suspiro de vida no Mundo da Plim...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

L´amour en blu

Quando o pássaro azul se apaixonou pela rosa do deserto, foi decretado o sacrilégio. Como podia uma ave apaixonar-se por uma flor?
Os amantes foram ofendidos, esconjurados, perseguidos… no ponto mais a sul do globo, onde não havia mais por onde fugir, asa e pétala se entrelaçaram, preparados para sucumbir. Foi quando a noite, sábia mulher, estendeu seu manto para os acolher. E para que os dois não tivessem mais que fugir uniu seus corações numa corrente, que ser algum pode partir. Asas e pétalas entrelaçadas num rendilhado coração representadas…

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Pós de Perlimpimpim (Pregadeira)

Quando a feiticeira Mani
estava distraída
Seu gato Quani
pregou-lhe uma partida
Deixou cair na poção
um frasco de pó do céu
Deu-se uma enorme explosão
e da junção nasci eu…

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Uma história encantada

Eu vou contar uma história encantada
Uma muito peculiar
Pois não fala de nada
Só do que quiser imaginar
Uma princesa ou uma baleia,
quem sabe, um dragão talvez
É sobre o que quiser
Nesta história encantada é a sua vez

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Moulin Rouge (Pregadeira)

Uma história de amor
Entre teatro e canções
Uma explosão de cor
Que arrasta emoções

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Lollipop

Voltas e reviravoltas
Em cores vivas e brilhantes
Voltas doces ou agridoces
Sabores estonteantes
A vida é um Lollipop.

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Primeiros Encantos (Pregadeiras)

As minhas primeiras pregadeiras
foram cosidas com encantos
Com estrelas e magias coloridas
Colhidas em todos os cantos
Com elas vou transformar
Tudo o que posso vestir
Numa história de encantar
Num sonho que faça sorrir

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Alice no outro lado do espelho

Esta noite sonhei
Com uma corda encantada
Feita de renda, cetim
e pedra lapidada
esta corda rugosa
que eu subi
levou para um mundo mágico
um mundo cor-de-rosa…


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Madame Bovary (Pregadeira)

Cabelos em canudo
Corpo de ampulheta
Com vestidos de veludo
Singela silhueta
Rouge na face
E luva na mão
Por onde quer que passe
Faz bater um coração

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